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domingo, 21 de dezembro de 2008

Já não me importo

Já não me importo
Até com o que amo ou creio amar.
Sou um navio que chegou a um porto
E cujo movimento é ali estar.

Nada me resta
Do que quis ou achei.
Cheguei da festa
Como fui para lá ou ainda irei

Indiferente
A quem sou ou suponho que mal sou,

Fito a gente
Que me rodeia e sempre rodeou,

Com um olhar
Que, sem o poder ver,
Sei que é sem ar
De olhar a valer.

E só me não cansa
O que a brisa me traz
De súbita mudança
No que nada me faz.

Fernando Pessoa

domingo, 20 de abril de 2008

Amizade

Amiga!?
PErmite-me tratar-te assim,
carinhosamente.
Não te zangas,pois não???
-"Não" (respondeste tu na tua ausencia e com o meu silêncio).

Hoje, ao acordar,
vi que o mundo sorria para mim.
Porquê?

Podia permitir-me o direito ao silêncio, contudo não o faço,
pois deci partilhar contigo
esta "joie de vidre"
Sabes? (eu sei que sim;
então para que insistas em abanar,
negativamente,a cabeça).
Sei que vou estar contigo.
Isso deixa o meu coração a transbordar...
de felecidade.
Porém, sei que esta lealdade tem um preço.

Qual?

Agora sim...
Imponho o meu direito ao silêncio
(contudo, desculpa usar este verbo assaz violento),
prefiro não te dizer por que o faço, já que poderia ser injusto e cruel.

PErmite-me uma última palavra:
" Bem ajas, minha fiel amiga".

In Poder da Díctamo

Gisela

O teu nome é Gisela
Rima com flor Bela
Seis Letras o Compoem,
Para bonito nome formar.

Belo nome tu tens
Adoro te chamar Gisela
Para te ver sorrir pela Janela
Bem cedo te vu acordar
para ouvir a tua voz doce.

Para ter um belo dia,
Teu Nome eu gosto de dizer
Teu nome eu gos oouvir
Teu nome eu gosto de ler
Teu nome eu gosto de ver

Teu nome é Gisela
e não há ninguem como ela.

Adoro te gisela, nunca te vou esquecer este poema já estas frases já estão escritas desde o dias 14- 12-2007 ás 00:02.
Fica bem

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Saudades de TI

A saudade que vai no coração
Não é a mesma que se sente no corpo
Saudade de ficar a tua espera na estação
E não ter tempo para matar a saudade
Tens que partir logo para a tua cidade
Para longe de mim, passamos muitos dias afastados
que fazer para recordar os velhos tempos passados.



Lutar por ti contra a saudade
que fica em mim por um mes sem te ver
oferecer te uma tulipa branca simbolo do amor
E da Saudade de te ver


Es bela como agua do oceano
que brilha com os raios do luar
Não há ninguem no mundo que ocupe o teu lugar
Nem nunca vai existir amor igual ao que sinto por ti
DEsde o primeiro beijo que tenho saudades de ti


Saudade de sentir teu corpo
Saudade de Sentir teu cheiro
Saudade dos teus beijos pelo meu corpo
Saudade de sentir tuas caricias
Saudade das longas conversas
Saudade de ouvir a tua respiração
Saudade de te massajar os pés
Saudade de te ver dormir
Saudade de Ti......

14 de Novembro 2007

3:23

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Os teus ombros

Adoro os teus ombros como o mar adora a areia
Parece que brotam de alegria como o pé numa meia
Descobertos ou cobertos são bonitos como a luz que soltas dos teus olhos
Adoro ver te sorrir como a luz do nascer do a tocar no centeio aos molhos.

Vislumbro os teus ombros como o cair da noite
Ao ver as estrelas tocarem nas nuvens cheias de calor.
No verão ou no inverno os teus ombros estão bonitos como a flor do amor
Nuca murcha nem com o calor nem com o frio só fecha a noite.

Se eu pudesse bejar os teus ombros
Com um doce beijo seria o rapaz mais feliz todos os dias nos escombros
Da vida solitária e triste que levo hoje em dia
Não consigo passar o dia sem antes olhar para ti e observar esse teu lindo rosto
Que rompe tosas as tristesas da vida que via
Há um ano atrás escondias no rosto.

Há momentos para rir
Para chorar
Para alegrar
E para te ver sorrir
Passear e viagar
E neste momento tansitar
Para a cama nanar
E contigo sonhar.
Ricardo Nabais

sábado, 27 de outubro de 2007

A noite

A noite pode ser bela
Bonita como uma tulipa num jardim iluminado pela lua.
A noite é mais bonita que um dia de sol na rua
As estrelas compõem o céu bonito a noite
E durante o dirá só temos o sol.
Também temos o sol nocturno chamado lua bela.

Dizem que a noite é calma,
Para mim há noites mais agitadas que o próprio dia.
Há noite há sossego porque as pessoas anda apreciar a paisagem.
Mas é a noite que muito se diz muito se ouve e muito se vê.

Adoro a noite adoro apreciar a calma como tudo acontece
Quase ninguém se apercebe
Do que aconteceu a noite passada
Adoro a noite como adoro a minha estrelinha a minha deusa na latada.
Ricardo Nabais

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Lua

Lua cheia, lua nova
Quando enches ficas bonita,
Bonita como a minha estrelita
Ao fim de um mês voltas a dar a boa nova.

És a rainha da noite,
Vigias toda a gente que tem medo andar na rua
Ficas bonita quando iluminas a rua a noite,
E quando fazes sombra no rio Tua.

Adoro olhar para ti e ver que ao teu lado tens a minha estrelinha.
Ambas são bonitas mas a estrelinha é minha.
Gosto de vos ouvir conversar sobre a vida dos outros.
Para tentarem marcar uns encontros.

Já é tarde e tu já vais alta a estrelinha hoje está fora e ainda não voltou.
Quero ir dormir mas sem antes a ver não vou.
Logo tenho que acordar cedo o dia vai ser comprido.
Vai ser muito trabalhoso e no fim do dia um gemido

De cansaço e alivio por o dia ter acabado
Recebes a luz do sol para poder brilhar junto do montado.
Atrás das serras fazendo sombras no riacho.
Já bebi uns copos estou quase que nem um cacho.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Estrelinha

Estrela estrelinha,
Que estás tão alta
Tens a lua como tua vizinha
Ambas a conversa sobre a serra alta

Que toca o céu pelas nuvens
Carregadas de chuva que corre pelos rios jovens
Eu tenho uma estrela chamada de estrelinha
Que recebe a luz do pai sol para me iluminar até á caminha.

Estrela estrelinha que todos os dias olho para ti
Adoro poder estar a olhar para ti e ser feliz
Contemplar todo o brilho que há em ti
Parece que te pintaram com verniz.

Sem a minha estrelinha não consigo dormir
Não consigo caminhar nem ir
A fonte apanhar água, e matar a impaciência
Para aguentar a solidão que há em mim
Iluminas o meu jardim,
O meu quarto a minha instancia.
Ricardo Nabais